Dominador BDSM para mulheres - Armand
Dominador BDSM para mulheres - Armand
RELATO: O Segredo do Aquarius (Exposta na Vitrine)
Categoria: Psychological BDSM / Public Risk / Exhibitionism / Spanking
Você chegou atrasada. O trânsito da Avenida Cassiano Ricardo estava parado e o seu celular não parava de vibrar com mensagens da fábrica. Eu vi no seu rosto quando abri a porta do flat no alto do Jardim Aquarius: a testa franzida, o ombro tenso, a respiração curta da ansiedade. Você é a diretora, a engenheira, a mulher que comanda reuniões com homens difíceis o dia todo. Mas ali, na soleira da minha porta, você estava implorando, sem dizer uma palavra, para que alguém tirasse esse peso das suas costas.
Eu não perguntei como foi seu dia. Eu não te ofereci água. Eu apenas apontei para o chão.
I. O Ritual da Humildade (Adoração aos Pés) Você sabe a regra. Antes de ser mulher, aqui você é serva. Eu me sentei na poltrona. Você, ainda vestida com o blazer de alfaiataria, largou a bolsa de grife de qualquer jeito e se ajoelhou. — "Esqueça a Dutra. Esqueça a reunião. O seu mundo agora se resume a isto." Levantei levemente a barra da calça e ofereci meu pé a você. Você baixou a cabeça, encostando a testa no chão primeiro, e depois começou. Mandei você lamber. Devagar. A mulher intocável de SJC estava ali, limpando meu pé com a língua. Eu vi seus olhos fecharem. Não era humilhação gratuita; era gratidão. Ali, aos meus pés, você não precisava decidir nada. Você era pequena, e isso te acalmou.
II. A Coleira (O Clique do Silêncio) Mandei você se levantar. Seus joelhos tremiam levemente. Fui até a gaveta e peguei a coleira de couro rígido. Cheguei por trás de você, afastei seu cabelo e sussurrei bem no seu ouvido: — "Essa garganta não serve para falar hoje. Só para obedecer." O som do metal travando no seu pescoço — Click — foi o gatilho. A executiva morreu. A submissa nasceu.
III. O Despir e a Vitrine Fiz você tirar a roupa devagar, peça por peça, até sobrar apenas a pele nua e a coleira. Em vez de te levar para a cama, segurei seu braço e te levei até a varanda fechada do flat. A cidade estava iluminada lá fora. Prédios de luxo vizinhos, janelas acesas. Sem avisar, abri a cortina de ponta a ponta. Você tentou se cobrir com os braços, assustada. — "Não. Braços para cima. Agora." Agarrei seus pulsos e os pressionei contra o vidro frio da janela, bem no alto, deixando seu corpo totalmente exposto para a noite de São José. — "Olhe para a cidade que você acha que comanda. Qualquer um no prédio da frente pode ver a 'Doutora' agora, nua, rendida, algemada contra o vidro."
IV. A Tomada (O Risco) Você estava tremendo. O medo de ser vista misturado com o tesão absurdo de ser exibida. Eu não fui gentil. Chutei seus pés para afastar suas pernas e colei meu corpo no seu, prensando seus seios contra o vidro gelado. Penetrei você ali mesmo, de pé, olhando para as luzes da cidade. A cada estocada, seu rosto batia levemente no vidro. Você gemia alto, sem se importar se algum vizinho na sacada ao lado ouviria. — "Você é minha vitrine, Carol. Deixe eles olharem. Deixe eles verem quem realmente manda em você." O risco era real. As luzes dos apartamentos vizinhos estavam acesas. Mas você não queria fugir. Você empurrava o quadril para trás, buscando mais contato, adorando a sensação de ser uma vadia exposta no topo do mundo.
V. O Cativeiro (O Descanso Final) Quando terminamos, e suas pernas cederam, eu fechei a cortina. O show tinha acabado. Levei você, exausta e trêmula, para a cama. Amarrei seus pulsos e tornozelos com cordas macias, deixando-a imóvel no escuro. — "Agora descanse. O mundo lá fora não existe." Te deixei ali, amarrada, por uma hora. Enquanto eu bebia meu vinho na sala, você adormeceu presa, segura sob o meu comando. Ao sair do elevador e voltar para o seu carro importado, você não era mais a mulher estressada. Você estava leve, com a marca secreta da minha mão na sua pele e a memória de ter sido possuída na frente da cidade inteira.
Categoria: Public Disgrace / Training / Breeding
A Bia é minha. Para os porteiros do edifício mais caro da Avenida Beira-Mar Norte, ela é a "Senhora do Cobertura". Casada com um investidor do polo tecnológico da ilha, a vida dela é um ciclo de Beach Tennis na Beira-Mar, sunsets no P12 e jantares em Santo Antônio de Lisboa. O cabelo loiro de salão, a pele bronzeada de Jurerê, a postura intocável de quem nunca pegou um ônibus.
Mas, sob o meu comando, a Bia descobriu sua verdadeira vocação: ser um banheiro público de luxo. Uma cadela adestrada que sente um prazer doentio em sujar a imagem imaculada que o marido paga tão caro para manter. O meu prazer não é escondê-la. É fazer Floripa usar o que é dela. Aqui está o cronograma da degradação de uma socialite da Ilha da Magia.
Fase 1: O Delivery (O Teste do Vento Sul)
Começamos no conforto do ar-condicionado, numa noite de tempestade. O marido estava viajando para Balneário Camboriú. A ordem veio pelo Telegram: "Peça uma pizza. Quando o motoboy interfonar, você vai descer para pegar na portaria. Você vai vestir aquela sua saída de praia de tricô branca. Sem nada por baixo."
Ela hesitou. "Mestre, está ventando muito... a portaria é de vidro, passa gente correndo na avenida..." Minha resposta foi seca: "Se não descer em 5 minutos, o jogo acaba."
Ela obedeceu. O relato dela veio depois, em áudio, com a respiração falha: "Mestre... eu desci. O famoso Vento Sul estava fortíssimo. Assim que pisei na calçada do prédio, o vento colou o tricô no meu corpo. Dava para ver tudo: a sombra dos meus peitos, o escuro da minha buceta contra o tecido branco... O entregador era um guri simples. Ele travou com a caixa na mão. Ele olhou pro meu mamilo duro rasgando o pano, olhou pra minha cara de vergonha... e deu um sorriso de canto. Ele sabia. Ele sabia que a 'madame' estava se oferecendo. Eu entreguei o dinheiro tremendo, sentindo minha perna escorrer, rezando e morrendo de medo dele me puxar para o cantinho da guarita ali mesmo." Ali, a "Esposa Troféu" morreu. Nasceu a Exibicionista.
Fase 2: A Ponte da Devassidão (Uber Solo)
Uma semana depois, aumentei a aposta. A Missão: "Peça um Uber Black para o Centro. Vá vestida com sua roupa de reunião executiva (saia lápis, camisa de seda). Saia de calcinha de casa, mas assim que o carro subir a Ponte Hercílio Luz, você vai tirar a calcinha discretamente e guardá-la na bolsa. O resto da viagem é sem proteção."
Ela me contou que o trânsito na ponte estava parado, como sempre. O motorista olhava pelo retrovisor. Ela tirou a calcinha, erguendo levemente o quadril. Sentar no couro sintético do banco de trás, com a buceta molhada e exposta, sentindo a vibração do motor do carro subir pelas pernas, foi o gatilho. O motorista percebeu a respiração ofegante, o rosto vermelho, a mão dela inquieta entre as coxas. O ar condicionado não vencia o cheiro de sexo e perfume caro (Chanel) que infestou o carro. Ela chegou na reunião no Centro molhada, com a calcinha no bolso do blazer, sentindo-se a puta mais suja da ilha, enquanto apertava a mão de sócios conservadores.
Fase 3: A Roleta Russa (O Desvio na SC-401)
A prova final. A "Musa" precisava ser usada. A Ordem: "Hoje você vai pegar um Uber na saída da festa em Jurerê. Você vai sentar na frente. Você vai abrir as pernas. Se ele quiser, você é dele. Não importa a cara, não importa o cheiro. Você é um buraco, e buracos não escolhem motorista."
Era madrugada na SC-401. Ela pegou um carro aleatório. O motorista era um cara mais velho, braço forte, olhar de quem conhece os atalhos escuros da ilha. Ela estava com um vestido curto de paetê. Ela abriu as pernas "sem querer" numa curva. Ele viu que não tinha nada cobrindo a intimidade dela. Ele não perguntou nada. Apenas desviou a rota para uma entrada escura, perto das Dunas.
O vídeo que ela me mandou era breu total, tremido e sujo. Não houve beijo. Houve o som de tapas estalando na coxa bronzeada e macia dela. "Isso, sua patricinha de Jurerê. Gosta de dar pro motorista enquanto o marido paga a conta, né?" — ele rosnava. A imagem mostrava relances da cabeça loira dela enterrada no colo dele, engasgando, o rímel caro escorrendo pelo rosto suado. Depois, ele a virou no banco. Comeu a "esposa perfeita" de quatro, puxando o cabelo dela com força, tratando-a como uma vagabunda de estrada. Ela gemia alto, com a cara amassada no painel do carro, servindo de depósito de esperma para um estranho que ela nunca mais veria.
Fase 4: O Retorno (O Segredo do Elevador)
A melhor parte para mim é o contraste final. Ela voltou para casa. O motorista a deixou na porta do prédio espelhado na Beira-Mar. Ela desceu do carro com as pernas bambas. O vestido estava amassado. O cabelo, antes uma escova perfeita, estava um ninho. Mas o detalhe sórdido era o interior.
Ela caminhou pelo saguão de mármore importado, cumprimentou o porteiro da noite com um "Boa noite, Seu Carlos" e um sorriso falso, enquanto sentia a porra do estranho escorrendo quente e grossa por dentro da coxa, molhando a parte interna do vestido de grife. Ela subiu pelo elevador privativo, segurando o próprio gozo e a sujeira de outro homem dentro dela. Entrou na cobertura, onde o marido estava no sofá, com o notebook no colo. "Demorou, amor. O trânsito na ilha estava ruim?" — ele perguntou, sem tirar os olhos da tela.
Ela deu um beijo no rosto dele, sentindo o cheiro de suor e látex do motorista ainda impregnado na própria pele, e sorriu com aquele olhar de Vadia Satisfeita: "O trânsito estava horrível, querido. Tudo parado... Mas o motorista pegou um atalho que me deixou acabada."
Ela foi pro banho lavar o DNA do Uber, pronta para posar de esposa perfeita no brunch de domingo. Até eu mandar a próxima notificação.
Categoria: Gangbang / Public Risk / Breeding / Free Use
Bia achou que seria um fim de semana de glamour. Colocou na mala os biquínis Vix, as saídas de praia de linho e reservou espaço para o protetor solar importado. Imaginou sunsets no P12, jantares em Santo Antônio de Lisboa e brindes com espumante. Mal sabia ela que, ao cruzar a Ponte Hercílio Luz, a "Dama da Sociedade" tinha ficado no continente.
Chegamos à mansão em Jurerê Internacional, quase pé na areia, paredes de vidro e segurança privada. Assim que entramos, não houve "olha que vista linda". Tranquei a porta, arranquei o vestido dela e coloquei a coleira de aço. — "Você não veio para o Beach Club, Bia. Você veio para ser o entretenimento privado dos meus sócios."
I. O Controle de Qualidade (O Leilão do Gado) Enquanto ela estava de quatro no deck da piscina, olhando para o mar calmo de Jurerê, os convidados chegaram. Cinco empresários do Sul. Carros importados na garagem, camisas de linho, cheiro de dinheiro velho e arrogância. Eles a olharam não como uma mulher, mas como um jet-ski alugado: algo caro e divertido para usar até o tanque secar. Bia tentou cobrir os seios, envergonhada pela luz do dia e pelos olhares frios. Eu fui cirúrgico: — "Senhores, o buffet está servido. Exigi os exames de todos e confirmei a limpeza. Podem usar sem moderação. O útero dela está aberto para a temporada de verão." Ali, com a brisa do mar batendo nos mamilos duros, ela entendeu. Ela não era hóspede; ela era a atração turística.
II. A Milanesa (Sujos de Areia e Gozo) Não ficamos no ar-condicionado. Arrastei-a pela coleira até a faixa de areia privada em frente à casa, onde a elite caminha. — "Deita." A areia fina grudava na pele suada e bronzeada dela. O atrito dos grãos nas costas e nas nádegas arranhava, incomodava. Mas a dor virou detalhe quando o primeiro sócio a montou. Ali, a céu aberto, com risco de algum vizinho ver da sacada ao lado, ela foi estocada. O pau entrava com força, empurrando o corpo dela contra a areia, misturando o luxo com a sujeira. Ela gemia alto, o som competindo com as ondas. A cada troca de homem, ela ficava mais imunda. Suor, areia, maresia e o primeiro leite escorrendo pela virilha, transformando a areia branca de Jurerê em uma lama erótica. Ela virou uma "milanesa" de puta de luxo. Uma coisa suja estragando o cartão postal.
III. O Protocolo "Não Há Descanso" (Free Use Total) A regra do fim de semana foi estabelecida: Bia perdeu a autonomia. O fetiche era a interrupção.
A Leitura: No meio da tarde, num momento de calmaria, ela tentou resgatar um pouco de dignidade. Pegou seu Kindle e deitou na espreguiçadeira, tentando fingir normalidade. Não durou dois parágrafos. O Paulo, um dos convidados, aproximou-se, tirou o aparelho da mão dela e o jogou na grama. Sem dizer uma palavra, apontou para o chão. — "Quem te deu permissão para ler? De quatro. Agora." Ali mesmo, ao lado da espreguiçadeira, ela teve que abrir as pernas. Enquanto era usada, ela olhava para o Kindle jogado na grama, entendendo que sua mente não importava. Só o buraco.
O Sono: Exausta, ela cochilou no sofá da varanda envidraçada. Estava sonhando, fugindo dali. Acordou com um puxão de cabelo e o peso de um corpo sobre o dela. — "Acorda. O Caio está entediado." Não houve bom dia, nem carinho. Ela foi penetrada ainda meio sonolenta, o corpo mole sendo manipulado como uma boneca inflável realista. O recado era claro: Você não descansa. Você serve.
A Fome (O Jantar Humilhante): O cheiro de camarão na moranga vindo da cozinha era tentador. A mesa foi posta na varanda com vista para o mar. Pratos de porcelana, taças de cristal. Bia, faminta, sentou-se e colocou o guardanapo no colo. Ela ia levar a primeira garfada à boca quando eu estalei os dedos. — "Bia, larga o talher." Ela parou, o garfo no ar. — "O seu lugar não é na cadeira. O André quer comer com conforto. O lugar dele é na cadeira, e o seu lugar é no colo dele. De costas. Encaixada." Ela teve que largar a comida. Levantou o vestido e sentou no membro duro do meu amigo. Enquanto eles jantavam, conversavam sobre investimentos e bebiam vinho branco gelado, ela tinha que quicar lentamente, em silêncio, vendo o prato dela esfriar intocado. Ela era o "amortecedor" da cadeira. Só pôde comer as sobras, frias, direto da travessa, quando eles terminaram.
IV. A Piscina de Fluidos (A Exibição) Quando o sol ficou forte, levei-a para a piscina de borda infinita. Não para nadar. Coloquei-a debruçada na borda, a bunda virada para os cinco e o rosto voltado para o horizonte, para as lanchas que passavam ao longe. — "Rodada de Shots." Eles faziam fila dentro da água. Um entrava, fodia rápido e forte, usando a flutuabilidade da água para dar estocadas brutais, gozava (ou não) e saía. Outro entrava. A humilhação suprema era o Silêncio. Ninguém falava com ela. Eles conversavam entre si sobre a cotação do dólar e o mercado imobiliário, enquanto usavam o corpo dela como um bebedouro público. Em um momento, segurei o cabelo dela, puxando a cabeça para trás como se fosse a crina de um cavalo, e ordenei: — "Sorria para aquele iate passando lá longe, Bia. Mostra para eles quem é a dona da casa." Ela teve que sorrir, exposta, vulnerável, sentindo o pau entrando e saindo na água, sabendo que qualquer um com um binóculo poderia ver a "Doutora" sendo tratada como carne de segunda.
V. Enchendo o Balde (O Grand Finale) A noite caiu. O som de música eletrônica vinha do Cafe de La Musique ao longe. Mas a nossa festa era na sala. Bia estava exausta, a pele ardendo de sol, o estômago roncando e as pernas bambas. A ordem final foi dada: (Encham ela). Foi um massacre orquestrado. Todos sem camisinha. Eles a pegaram de jeito no tapete felpudo da sala. Um segurava os braços, outro abria as pernas como um frango assado. O som dos corpos batendo era alto, úmido e ritmado. — "Goza dentro! Eu quero ver transbordar! Nenhuma gota fora!" — eu gritava, regendo a orquestra. Um por um, eles despejaram a carga do fim de semana dentro dela. Ela sentia o líquido quente inundando o fundo, estufando a barriga, misturando o DNA de cinco homens diferentes. Ela não era mais a Bia; era um recipiente coletivo. Um depósito de esperma da elite de Floripa. Quando o último terminou, ela estava largada no sofá de linho italiano (agora manchado de fluidos e suor), pernas abertas, incapaz de fechá-las, escorrendo uma mistura branca e espessa que pingava no chão de mármore. Eu olhei para ela, destruída, suja e sublime, e disse: — "Agora sim você decorou a casa."
V. O Souvenir da Volta (A Tortura do Trânsito) O pior (ou melhor) foi o domingo à noite. A volta para a realidade. Trânsito pesado na SC-401. Eu a proibi de se lavar por dentro. Ela tomou uma ducha rápida só para tirar a areia, mas o leite dos cinco homens continuava lá dentro, fermentando. Vesti nela uma calcinha minúscula e um vestido curto. — "Você vai levar a nossa porra para passear até em casa." Durante o engarrafamento, o carro balançava no anda e para. Ela sentia o líquido escorrendo, melando a calcinha, assando a virilha. O cheiro de sexo dentro do carro fechado era insuportável e excitante. Ela olhava para os carros ao lado — famílias voltando da praia — e pensava: "Se eles soubessem que eu estou carregando meio litro de porra de cinco estranhos aqui dentro..." Chegamos. Entreguei-a em casa para o marido "banana". Ela estava assada, marcada de sol e dentes, e cheia. O marido perguntou: "Como foi Floripa, amor? Pegou muito sol?" Ela, sentindo a porra escorrer pela perna ao descer do carro, sorriu com os olhos vidrados: "Foi intenso. O sol de lá me deixou... acabada."