Dominador BDSM em Sete Lagoas: O Que as Águas Escondem

Na cidade das lagoas, a superfície é tranquila. Mas é no fundo que a pressão aumenta.

Sete Lagoas é uma cidade onde a vida social flutua na superfície. Vocês caminham ao redor da Lagoa Paulino, frequentam os restaurantes da orla e mantêm a imagem de mulheres impecáveis, esposas de industriais ou executivas de multinacionais. Tudo aqui parece transparente, visível.

Mas eu sei que você está cansada de boiar nessa calmaria entediante.

Você busca a profundidade. Você quer alguém que te puxe para baixo, para o escuro, onde ninguém te vê e onde o ar falta. O BDSM que eu pratico é esse mergulho. É o lugar onde a "Dama da Sociedade" para de nadar contra a corrente e simplesmente se afoga no prazer da obediência.

Abaixo, um relato de quando a porta se fecha e a lagoa fica lá fora.

RELATO: A Dama da Lagoa (Sem Fôlego)

Foco: Breathplay / Sensory Deprivation / Window Gazing / Control

Você subiu ao meu apartamento com vista para o centro. Lá embaixo, as luzes da Lagoa Paulino refletiam na água. Casais passeando, gente fazendo cooper, a vida normal acontecendo. Você olhou para baixo com desprezo. — "Eles acham que estão vivendo." — você murmurou.

Eu girei você para longe da janela e fechei a cortina pesada. — "Esqueça eles. Agora você vai descobrir o que é viver de verdade."

I. A Superfície (A Quebra da Imagem)

Você chegou montada na sua personagem: roupa social, postura de quem manda, o queixo erguido de quem tem sobrenome tradicional na cidade. Eu não discuti. Apenas apontei para o chão. — "De joelhos." Você hesitou por um segundo — o orgulho lutando contra o desejo — e cedeu. Ao tocar os joelhos no chão, a executiva da Iveco ou a herdeira do agronegócio desapareceu. Restou a mulher. Passei a mão no seu pescoço. Senti seu pulso acelerado. — "Aqui você não precisa sustentar a pose. Pode desabar."

II. O Mergulho (Breathplay)

Sete Lagoas é quente e seca. Mas o meu jogo é frio. Coloquei minha mão sobre sua boca e nariz, controlando sua respiração. O Breathplay (brincadeira com a respiração) é a forma suprema de confiança. Você arregalou os olhos. O pânico instintivo misturado com a excitação cerebral. Você estava nas minhas mãos, literalmente. Eu permitia que você respirasse apenas o necessário. — "O ar que você respira agora é um presente meu. Agradeça." Ali, lutando por oxigênio, seus problemas sociais, as fofocas da cidade, as metas da empresa... tudo sumiu. Só existia a necessidade vital de ar. Eu limpei sua mente através do corpo.

III. A Serra (A Humildade)

Levei você, ainda tonta e entregue, até o espelho. — "Olhe para você. Despenteada, marcada, ofegante." Você, que gasta fortunas no salão para estar perfeita nos eventos da cidade, estava ali destruída. E nunca se sentiu tão bonita. A perfeição cansa. A ruína é libertadora. Usei o cinto de couro nas suas coxas, marcando o ritmo da sua submissão. A cada estalo, você gemia abafado, com medo dos vizinhos, mas implorando por mais.

IV. O Retorno à Superfície

Quando soltei você, o ar entrou nos seus pulmões como uma explosão de vida. Você chorou. É o que chamamos de catarse. Você se recompôs, arrumou a roupa, retocou o batom. Ao descer o elevador e caminhar até seu carro estacionado perto da orla, você olhou para a Lagoa novamente. As águas continuavam calmas. As pessoas continuavam caminhando. Ninguém sabia que, minutos antes, você estava sendo possuída e controlada no alto de um prédio vizinho. Esse segredo agora é o seu maior tesouro.

Onde a Indústria Para e o Instinto Começa

Você vive em uma cidade industrial, de ferro e concreto. A vida é dura, prática e visível.

Eu ofereço o oposto: O Mistério e a Arte.

Por que me procurar?

O Convite para o Fundo

Não estou na vitrine. Você não vai me encontrar nos bares da moda. Eu estou nas sombras, esperando pelas mulheres que têm coragem de mergulhar.

Se você sente que a vida na superfície já não te satisfaz, convido você a entrar no meu site. Leia, entenda a filosofia, veja se a sua escuridão conversa com a minha.

Só abro para quem sabe pedir: clique aqui