Dominador BDSM em Florianópolis: O Lado Escuro da Ilha da Magia

Onde a perfeição de Jurerê se desfaz e o instinto real assume.

Floripa é a capital da beleza. Na Beira-Mar Norte, nos beach clubs de Jurerê Internacional ou nos cafés da Lagoa, a pressão estética é brutal. Você precisa estar sempre bronzeada, sorrindo, feliz e no controle da sua vida perfeita de "Ilha do Silício".

Mas tanta luz cansa. Tanta perfeição sufoca.

O BDSM que eu pratico é o antídoto para essa vida de Instagram. É o convite para você fechar as cortinas para o mar azul e mergulhar na escuridão do seu próprio desejo. É onde você não precisa ser linda, nem simpática, nem "gratiluz". Aqui, você só precisa ser obediente.

Abaixo, um vislumbre do que acontece quando a "Musa da Ilha" decide que quer ser apenas um objeto.

RELATO: A Quebra da Vaidade (Beira-Mar Norte)

Foco: Objectification / Mirror Play / Temperature Play / Ego Death

Você chegou ao apartamento impecável. Cabelo escovado, maquiagem à prova d'água, o vestido de linho branco que grita "verão em Floripa". Você está acostumada a ser adorada. Os homens daqui te tratam como uma deusa intocável.

Eu não. Eu abri a porta e nem elogiei sua aparência. — "Você está muito arrumada. Vamos estragar isso."

O Espelho (A Desconstrução)

Levei você para a frente do espelho. Lá fora, a Ponte Hercílio Luz brilhava, o cartão postal perfeito. Aqui dentro, eu comecei a desmontar o seu cartão postal pessoal. Mandei você tirar a roupa. Não de forma sexy, mas de forma clínica. — "Você gasta horas na academia, horas no salão. Para quê? Para ser admirada? Aqui você é apenas carne." Eu vi o desconforto nos seus olhos. Você não está acostumada a ser reduzida a um corpo sem nome. E é exatamente esse desconforto que te excita. O alívio de não ser "alguém".

O Contraste Térmico (Fogo e Gelo)

Floripa é quente. O BDSM é frio e calculado. Vendei seus olhos. Usei cubos de gelo percorrendo sua espinha, contrastando com o calor da sua pele bronzeada. Depois, o gotejamento morno da cera de vela nas coxas. Sem a visão, sem saber se viria o frio ou o calor, sua pose de "mulher controlada" desmoronou. Você começou a arfar, a se contorcer, a suar. O cabelo perfeito grudou na testa. A maquiagem borrou. Finalmente, você estava real.

A Entrega (Subspace)

No auge da sessão, quando você não sabia mais onde estava — se na Ilha ou no inferno — você parou de tentar ser bonita. Você gemia feio, alto, visceral. Eu segurei seu rosto, obrigando-a a me olhar (mesmo vendada, você sentia a pressão). — "Lá fora você é a sereia que todos querem. Aqui, você é a isca. E eu decido quando te solto." Nesse momento, a executiva/modelo/empresária morreu. Você flutuou no Subspace (o estado alterado de consciência), sentindo uma paz que nenhuma aula de yoga na Lagoa da Conceição jamais te deu.

Por que trocar o Sol pela Sombra?

Talvez você pense: "Minha vida já é ótima, por que eu buscaria a dor ou a submissão?"

Justamente porque sua vida é cheia de responsabilidades. O BDSM Psicológico e Sensorial que eu pratico oferece o que Floripa não tem: O fim da expectativa.

Um Convite à Profundidade

Eu não cobro. Isso significa que não estou aqui para te vender um serviço de luxo, nem para massificar o meu ego. Estou aqui pela Arte.

Busco a conexão mental antes da física. A química de dominação e submissão que dinheiro nenhum compra.

Se você sente que, por trás dessa vida ensolarada, existe uma sombra querendo brincar, convido você a explorar meu site. Leia meus textos. Entenda a filosofia. Descubra o que eu faço e, principalmente, por que eu faço.

Se fizer sentido para a sua sombra, você saberá como me encontrar.

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