Dominador BDSM em Brasília: O Lobista do Prazer (Alto Valor)

Em Brasília, tudo tem um preço. O meu é o mais alto, porque eu entrego o que ninguém mais tem: O Silêncio Absoluto.

Você vive em uma cidade onde favores custam caro e "almoços grátis" não existem. Você aprendeu a desconfiar da bondade alheia. Você prefere assinar cheques a dever favores. Eu entendo a sua linguagem.

Eu não sou um amante casual que pode se apaixonar e criar problemas. Eu não sou um aventureiro. Eu sou um profissional da dominação.

O valor que eu cobro não é apenas pelo tempo. É uma taxa de segurança. É o custo da blindagem que garante que o que acontece no quarto nunca chegará às manchetes dos jornais ou aos ouvidos da ABIN. Se você quer o melhor, você paga por ele. E paga caro.

Abaixo, o relato de como uma transação financeira se transforma em rendição total.


RELATO: "Consultoria Privada" (O Recibo do Prazer)

Foco: Financial Domination (Findom) / Transactional Sex / High Protocol / Objectification

O encontro foi no Setor de Hotéis e Turismo Norte (SHTN), num resort de luxo à beira do Lago. Território neutro e caro. Você entrou no quarto com a postura de quem vai fechar um contrato. Fria, analítica, acostumada a negociar emendas parlamentares.

"O pagamento já foi feito." — você disse, seca. — "Eu sei. Se não tivesse sido, você nem teria a senha para entrar."

I. A Transação (Você Comprou sua Humilhação)

Você acha que pagar te dá poder? Em Brasília, sim. Aqui, não. — "Você pagou uma fortuna por essas duas horas. Sabe o que isso significa? Significa que você está desesperada." Peguei sua bolsa de grife e a joguei no canto. — "Você gastou o equivalente ao salário de um ano de um funcionário comum só para estar aqui. Isso mostra o quanto você precisa ser usada. O dinheiro não te protegeu, ele só provou o seu vício." A ironia de ter pago caro para ser tratada como um objeto barato te atingiu. O recibo da transferência era a prova da sua submissão.

II. O Produto (Seu Corpo)

Mandei você tirar a roupa. — "Eu fui muito bem pago. Quero verificar a qualidade da mercadoria." Te tratei como um ativo. Inspecionei seu corpo, critiquei sua postura, apertei sua carne. Não houve romance. Houve avaliação. — "Para uma mulher da sua posição, você está tensa demais. O investimento está valendo a pena?" Amarrei você na cama king size. A sensação de ter pago para perder a liberdade é um fetiche poderoso para quem controla orçamentos bilionários. Você comprou a sua própria jaula.

III. A Execução do Contrato

Você queria alívio? Eu te dei intensidade. Usei o flogger com precisão técnica. — "Grite. Você pagou por isso. Cada marca na sua pele custou caro. Aproveite o seu investimento." Você gritou. E no meio dos gemidos, você sentiu a segurança que só o dinheiro traz em Brasília: Ele é um profissional. Ele não vai falar. Eu paguei pelo silêncio dele. Essa certeza permitiu que você se soltasse de uma forma que nunca faria com um namorado ou marido. Você foi a "puta de luxo" por uma noite, e adorou cada segundo.

IV. O Encerramento

Quando o tempo acabou, eu parei. Imediatamente. Não houve conversa fiada, não houve "carinho pós-sexo". — "O contrato foi cumprido." Você se vestiu, trêmula, mas satisfeita. A transação foi concluída. Você saiu do quarto sabendo que foi o dinheiro mais bem gasto do seu mês. Você comprou sanidade mental, prazer e, o mais importante, comprou a certeza de que eu serei um túmulo.


A Tabela de "Consultoria"

Para o público de Brasília (Lago Sul, Asa Norte, Sudoeste), o preço alto funciona como um filtro de qualidade.

Por que cobrar em Brasília funciona melhor?

Reserva e "Due Diligence"

Eu não atendo qualquer uma que tenha dinheiro. O dinheiro é o mínimo. O perfil é o que decide.

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