Dominador BDSM em Ribeirão Preto: O Forasteiro da Avenida Fiúsa

O segredo mais seguro é aquele que não dorme na cidade.

Ribeirão Preto ferve. É o calor do asfalto, o calor do dinheiro do agro e a pressão social da "Califórnia Brasileira". Aqui, na alta roda da Avenida João Fiúsa ou nos condomínios da Zona Sul, todos vigiam todos. A mulher de destaque não tem um minuto de anonimato.

É por isso que você não procura um Dominador local. Você não quer correr o risco de cruzar com ele na fila do mercado ou na Agrishow.

Eu sou a sua solução perfeita: O Viajante. Eu sou aquele que passa pela cidade regularmente, trazendo a tempestade, e parte antes que o sol nasça. Comigo, o seu segredo faz check-out junto comigo. Eu não pertenço ao seu círculo social. Eu sou o estranho em quem você pode confiar seus desejos mais sujos, justamente porque eu não faço parte da sua vida "limpa".

Abaixo, o relato de um encontro blindado pela vantagem de eu ser um fantasma na cidade.

RELATO: Check-in no Mont Blanc (O Estranho Perfeito)

Foco: Stranger Danger (Roleplay) / Hotel Play / Temperature Play / Anonymity

Você marcou comigo no hotel de luxo na região nobre. Você subiu pelo elevador com o coração na boca, não de medo, mas pela excitação de encontrar um homem que não sabe quem é sua família e não se importa com seu sobrenome. Eu sou uma página em branco onde você pode escrever qualquer coisa.

Quando abri a porta do quarto, o ar condicionado estava no máximo, um refúgio contra o calor infernal de Ribeirão. — "Você chegou. Ninguém te viu?" — eu perguntei. — "Ninguém."

I. O Anonimato Libertador

Você estava tensa. — "Relaxa. Amanhã eu estarei a 500km daqui. O que acontece nesse quarto, desaparece comigo." Essa frase foi o gatilho. Seus ombros caíram. A certeza de que não haveria rastros, nem fofocas, nem "climão" social, fez você se entregar de uma forma que nunca faria com um local. Mandei você tirar a roupa. — "Para mim, você não é a 'Doutora' da Fiúsa. Você é apenas uma mulher nua num quarto de hotel."

II. O Gelo e o Fogo

Ribeirão é quente, então brinquei com a temperatura. Usei pedras de gelo do balde de champanhe. Deslizei o gelo pelo seu pescoço, descendo pelos seios, parando no ventre. O choque térmico na cidade mais quente do estado é alucinante. Enquanto o gelo derretia, eu acendia o fogo com a minha mão pesada. O estalo da palmada ecoou no quarto com isolamento acústico. — "Grite. Ninguém conhece sua voz aqui. Eu sou um estranho, lembra?" Você gritou. Você xingou. Você liberou a tensão acumulada de meses fingindo ser a dama perfeita da sociedade.

III. A Marca Temporária

Usei as cordas para te prender na poltrona do hotel. Você olhava para mim com adoração. Não porque eu sou o amor da sua vida, mas porque eu sou o seu escape. Eu sou a figura mítica que vem, resolve o seu problema de falta de controle, e vai embora sem cobrar nada e sem deixar rastros. Deixei marcas vermelhas na sua pele branca. — "Essas marcas vão sumir em dois dias. Exatamente o tempo que eu levo para voltar. Até lá, toda vez que você se olhar no espelho, vai lembrar do Viajante."

IV. O Check-out

Você se vestiu, refez a maquiagem e desceu para o lobby como se nada tivesse acontecido. Entrou no seu carro blindado e voltou para sua vida de luxo e aparências. Eu fechei a conta e peguei a estrada. Sem vínculos, sem dramas, sem rastros. Apenas a memória perfeita de uma submissão total.

A Vantagem de Não Ser Daqui

Se você vive em Ribeirão Preto, Sertãozinho ou Cravinhos, entenda por que o meu perfil de "Viajante Recorrente" é o mais seguro para você:

Quando eu passo pela cidade?

Eu não cobro. Eu seleciono. Minhas viagens são frequentes, mas minha agenda é restrita a quem realmente tem o perfil de entrega total.

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