Dominador BDSM em Balneário Camboriú: A Queda Livre da Barra Sul
No topo dos arranha-céus mais altos do Brasil, o ar é rarefeito. E solitário.
Balneário Camboriú é a cidade da vertigem. Você vive olhando a vida de cima, da sacada da sua cobertura, cercada pelo luxo ostensivo, pelos carros importados rugindo na Avenida e pelas festas intermináveis. Você conquistou tudo o que disseram que traria felicidade: o corpo escultural, o status, a vista para o mar.
Mas quanto mais alto você sobe, maior é o desejo secreto de cair.
O BDSM que eu pratico é o seu paraquedas. É o lugar onde você não precisa ser a "musa", a "influencer" ou a "esposa troféu". É o lugar onde a boneca de porcelana é tirada da caixa e usada de verdade.
Abaixo, um vislumbre do que acontece quando as luzes da Roda Gigante se apagam e a realidade começa.
RELATO: A Boneca de Vidro (O Silêncio na Avenida Atlântica)
Foco: Objectification / High Rise Play / Sensory Overload / Spanking
Você entrou no apartamento com aquele ar blasé típico de quem já viu de tudo em BC. Bolsa de grife, salto agulha, perfume que custa o salário de um trabalhador comum. Você olhou para a vista da orla iluminada e suspirou, entediada.
— "Tudo aqui é barulhento. Tudo brilha demais." — você disse.
Eu fechei as cortinas blackout. O brilho da "Dubai Brasileira" desapareceu. O som das motos importadas foi abafado.
— "Agora o show acabou. Sua plateia foi embora."
A Desconstrução do Luxo
Eu não toquei em você com a reverência que os homens daqui têm. Eles têm medo de estragar a "obra de arte" que você construiu com academia e estética. Eu não. Mandei você tirar o vestido caro. Ele caiu no chão e eu o chutei para o canto. — "Roupa cara não protege ninguém aqui." Amarrei seus pulsos com cordas firmes. A sensação áspera da corda contrastava com a sua pele hidratada e perfeita. Pela primeira vez no dia, você não estava segurando uma taça de champanhe ou um celular. Você estava segurando o nada. Imobilizada.
O Choque de Realidade
Levei você para o sofá. Você esperava carinho? Elogios? Eu te dei a realidade. O impacto da minha mão na sua pele foi seco e sonoro. A dor física é o antídoto para a vida plástica. Em Balneário, tudo é silicone, preenchimento e filtro. A dor não tem filtro. A dor é real. Quando você gritou, não foi um grito bonito para os stories. Foi um som gutural, feio, humano. — "Isso... sinta isso. Você não é de plástico. Você é de carne. Você sangra, você marca, você sente."
O Abismo
No auge da sessão, levei você (ainda amarrada) até a varanda envidraçada. Abri apenas uma fresta da janela. O vento forte do 40º andar entrou, bagunçando seu cabelo intocável. Você olhou para baixo, para as formigas humanas lá embaixo. — "Você passou a vida subindo, querendo estar no topo. Mas é aqui, de joelhos, rendida e exposta, que você finalmente descansa." Você chorou. Não de tristeza, mas pelo alívio absurdo de não ter que sustentar a pose de "Rainha da Barra Sul" por alguns minutos.
Por que descer do salto?
Você pode ter qualquer homem em Balneário Camboriú. Mas todos eles querem a sua imagem, o seu status ou o seu corpo como troféu para exibir no camarote da balada.
Eu não quero nada disso. Eu não cobro. O seu dinheiro não me impressiona — em BC, todo mundo tem dinheiro. O que é raro aqui é a verdade.
Eu ofereço o que o luxo não pode comprar:
A Quebra da Casca: Você gasta uma fortuna para parecer perfeita. Eu te dou a liberdade de ser imperfeita, suada, marcada e submissa.
O Fim do Tédio: A vida perfeita é entediante. A adrenalina do BDSM, do medo controlado, da entrega de poder, é a única coisa que faz o coração bater mais forte do que um carro esporte.
Conexão Psicológica: Eu não brinco com o seu corpo, brinco com a sua mente. Entendo o vazio que existe atrás das selfies.
Um Convite para o "Subsolo"
Meu site não é uma loja. É um manifesto. Se você sente que, apesar da cobertura duplex e da vida de cinema, existe um buraco negro no seu peito pedindo por comando, disciplina e algo real, eu te convido a ler.
Mergulhe nos meus textos. Entenda a filosofia por trás das cordas e da dor. Descubra por que eu faço isso e veja se a sua loucura combina com a minha.
Se você estiver pronta para parar de fingir e começar a sentir:
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