Dominador BDSM em Ubá: Onde a Madeira de Lei Enverga

Na Capital do Móvel, você desenha ambientes. Aqui, eu desenho você.

Ubá é uma cidade de empreendedores. O som das serras, o cheiro de verniz e a negociação frenética dos polos moveleiros fazem parte do seu DNA. Você, mulher de negócios ou herdeira das grandes fábricas, aprendeu a ser dura. Você tem que ter a firmeza do Jequitibá para sobreviver nesse mundo masculino e industrial.

Mas até a madeira mais nobre precisa ser trabalhada para brilhar.

Você está cansada de ser a estrutura que segura tudo — a empresa, a casa, a família. O BDSM que eu pratico é a marcenaria da alma. É onde eu pego essa sua casca rígida e bruta e a transformo em algo suave, flexível e útil para o meu prazer.

Abaixo, o relato de quando a "Dona da Fábrica" virou peça de decoração.


RELATO: A Mobília Humana (Design de Interiores)

Foco: Human Furniture / Objectification / Immobilization / Spanking

Você chegou ao meu espaço no centro, exausta de uma feira de móveis, com a cabeça cheia de planilhas e prazos. — "Estou travada. Tensa." — você reclamou, massageando o pescoço. Eu não te ofereci uma massagem. — "Você está tensa porque pensa demais. Hoje você não vai pensar. Hoje você vai apenas ocupar espaço."

I. O Molde (Imobilização)

Mandei você tirar a roupa social cara. — "Você entende de design, certo? Sabe que a forma segue a função. Sua função agora é servir." Fiz você ficar na posição de "mesa": de quatro apoios, estática, com as costas retas. Amarrei seus pulsos e tornozelos aos pés de uma cadeira pesada. Você se tornou parte da mobília. — "Não se mexa. Objetos não têm vontade própria."

II. O Verniz (Sensação)

Você está acostumada a inspecionar o acabamento dos móveis. Agora, você era a peça sendo inspecionada. Usei óleo morno nas suas costas. Minhas mãos deslizavam firmes, "lixando" a sua tensão. Mas não era carinho. Era posse. Eu apoiei meus pés nas suas costas enquanto lia um livro, usando você literalmente como um descanso. A humilhação de ser reduzida a um móvel — você, que comanda centenas de funcionários — desligou seu ego. Ali, suportando meu peso, você sentiu uma utilidade primal. Você não precisava decidir nada, só precisava aguentar.

III. O Teste de Resistencia

Toda peça precisa ser testada. Desci do meu "descanso" e peguei a palmatória de madeira maciça. — "Vamos ver se essa madeira é nobre mesmo ou se é aglomerado barato." O som da madeira contra a sua pele ecoou. Plaft. Você não gritou de dor, gritou de surpresa. O impacto te tirou da mente industrial e te trouxe para o corpo. Sua pele ficou vermelha, "envernizada" pelo sangue que subiu à superfície. A cada golpe, eu esculpia a sua submissão. Você gemia, agradecendo por alguém finalmente testar seus limites em vez de apenas te aplaudir.

IV. O Acabamento Final

Quando te soltei, você mal conseguia ficar em pé, mas estava leve. A tensão dos ombros sumiu. A "madeira" cedeu. Você se vestiu, olhou para os móveis do meu apartamento e sorriu. Agora você entende o segredo. Ao voltar para sua mansão ou para o escritório na rodovia, você continua sendo a chefe implacável. Mas, no fundo, você sabe que existe um lugar onde você serve apenas para decorar o ambiente de um homem.


O Segredo na Zona da Mata

Se você vive em Ubá, Visconde do Rio Branco ou arredores, sabe que a cidade é um ovo. Todo mundo sabe da vida de todo mundo.

Por isso, minha proposta é cirúrgica:

Você é Madeira ou Serragem?

Eu não busco a mulher que quebra fácil. Busco a mulher rígida, que precisa de mãos fortes para envergar sem quebrar.

Se você quer deixar de ser a arquiteta da vida dos outros e passar a ser o objeto de prazer de alguém:

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