Dominador BDSM em Divinópolis: O Privilégio do Sidil
Onde o dinheiro da moda não compra a entrada. Apenas a submissão garante a estadia.
Divinópolis é a Capital da Moda. Aqui, mulheres constroem impérios têxteis, definem tendências e comandam centenas de funcionários nas confecções e lojas da Avenida Primeiro de Junho e do Shopping Pátio. Vocês estão acostumadas a comprar tudo: as melhores roupas, os melhores carros, as melhores viagens.
Mas existe uma porta em Divinópolis que o seu dinheiro não abre.
Eu não sou um prestador de serviços. Eu não quero seu PIX. Eu quero a sua alma, o seu controle e a sua obediência genuína. E isso, minha cara, não tem preço — tem custo. O custo do seu orgulho.
Abaixo, um relato de uma sessão onde uma das empresárias mais ricas da cidade descobriu que sua conta bancária era inútil entre quatro paredes.
RELATO: A Manequim do Sidil (O Dinheiro Não Entra Aqui)
Categoria: Psychological BDSM / Human Doll / Objectification / Mirror Play
Você chegou ao meu apartamento no Bairro Sidil com a postura de quem é dona da cidade. Estacionou a SUV importada, subiu o elevador e, assim que entrou, tentou assumir o controle da única forma que sabe: abrindo a bolsa.
— "Eu trouxe o valor que você..." — você começou a dizer, puxando um envelope.
Eu nem deixei você terminar. Peguei o envelope da sua mão e o joguei, sem abrir, na lixeira do canto da sala.
— "Você acha que eu preciso do seu dinheiro da confecção? Aqui dentro, sua moeda é inútil. A única coisa que você tem para me oferecer é o seu corpo e a sua vontade."
Foi o primeiro choque. Pela primeira vez em anos, você não podia comprar a situação. Você estava ali porque eu permiti, não porque você pagou. Isso fez suas pernas tremerem mais do que qualquer ameaça física.
I. A Boneca da Moda
Já que Divinópolis respira moda, decidi que você seria minha manequim viva. Mandei você tirar a roupa de grife que você usa para impor respeito e ficar nua, de salto alto, parada no centro da sala.
— "Pose. Não se mexa. Bonecas não se mexem."
Caminhei ao seu redor, analisando seu corpo como se fosse um objeto na vitrine da Rua Goiás. Toquei seu rosto, virei seu queixo, ajustei seus braços em posições desconfortáveis. Você queria reclamar da dor muscular, mas bonecas não falam.
II. O Espelho da Verdade
Levei você até o grande espelho da sala. — "Olhe para você. Empresária, respeitada, rica. E agora, apenas um brinquedo nas minhas mãos, de graça."
A humilhação de saber que eu estava fazendo aquilo por puro prazer — e não por obrigação profissional — destruiu seu ego. Você não era a cliente. Você era o passatempo.
Passei a mão pelo seu corpo, não com carinho, mas com posse. Apertei sua cintura, marquei seu pescoço. Você via no reflexo a mulher poderosa se desmanchando, o rímel borrando, a respiração ofegante de quem nunca foi possuída sem ter que "patrocinar" o homem.
III. A Seleção Natural
Eu não fui gentil. Usei você para o meu prazer, sem me preocupar se você estava "satisfeita" como um cliente estaria. A satisfação era minha. E, paradoxalmente, foi isso que te fez gozar.
A sensação de ser usada de verdade, sem transações comerciais, sem a proteção do "o cliente tem sempre razão". Ali, você não tinha razão nenhuma.
IV. A Saída
Quando terminei, você se vestiu em silêncio. Pegou o envelope do lixo? Não. Você sabia que aquilo seria um insulto.
— "Pode ir. Se eu tiver vontade de brincar com você de novo, eu chamo."
Você saiu do prédio no Sidil sem saber se voltaria. E é essa incerteza, essa falta de controle total, que faz você olhar para o celular a cada 5 minutos na sua fábrica, rezando por uma notificação minha.
O Clube dos Não-Clientes
Se você vive em Divinópolis, Itaúna ou Nova Serrana, entenda uma coisa: Eu não cobro.
Isso torna o meu filtro extremamente rigoroso. Eu não atendo por necessidade, atendo por diversão e afinidade. Busco mulheres interessantes, inteligentes e, acima de tudo, submissas de verdade.
Não adianta oferecer presentes.
Não adianta oferecer "mimos".
Eu quero a sua entrega.
Onde atendo: Tenho local próprio e discreto em Divinópolis (região central/nobre). O sigilo é a base de tudo, pois tenho minha própria vida profissional e reputação a zelar, assim como você.
O Processo Seletivo: Como não há barreira financeira, a barreira é de perfil. Se você acha que tem a mente forte o suficiente para ser quebrada e o corpo pronto para servir sem exigir nada em troca além do prazer da submissão:
Só abro para quem sabe pedir: clique aqui